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Sun, 19th May — 19 notes
O paradoxo perfeito
Que pousa no galho da árvore
E canta aos ouvidos tristonhos
Morre por dentro todos os dias.
O paradoxo perfeito
Que corre as ruas com o olhar
Escrevendo a vida no papel,
Respira o solo mais uma vez.
O paradoxo perfeito
Que insiste na contramão
Como a melhor arma contra a tristeza
Canta em silencio.
O paradoxo perfeito
Que imperfeitamente carrega o mundo
Nas asas singelas
Sobre os sete, oito, nove mares.
O paradoxo de ser o que se é
E viver o que se acredita,
Caindo na espuma do rio
Dançando no salão das nuvens.
O paradoxo que deixa os pés no chão
Enquanto a cabeça se desprende da atmosfera.
O real paradoxo perfeito
Que carrega a imperfeição do ser
E contempla o verbo presente
Do ser e estar, se esquecendo de conjugar
Que pousa no galho da árvore
E canta aos ouvidos tristonhos
Morre por dentro todos os dias.
O paradoxo perfeito
Que corre as ruas com o olhar
Escrevendo a vida no papel,
Respira o solo mais uma vez.
O paradoxo perfeito
Que insiste na contramão
Como a melhor arma contra a tristeza
Canta em silencio.
O paradoxo perfeito
Que imperfeitamente carrega o mundo
Nas asas singelas
Sobre os sete, oito, nove mares.
O paradoxo de ser o que se é
E viver o que se acredita,
Caindo na espuma do rio
Dançando no salão das nuvens.
O paradoxo que deixa os pés no chão
Enquanto a cabeça se desprende da atmosfera.
O real paradoxo perfeito
Que carrega a imperfeição do ser
E contempla o verbo presente
Do ser e estar, se esquecendo de conjugar
— O Paradoxo Perfeito, Charles Izzi (via aliterando)
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Sun, 19th May — 766 notes
Quando a poesia gritar
você deve parar para ouvir
ou sentir.
você deve parar para ouvir
ou sentir.
— Arcádico. (via voejo)






